A Corrida do Bronze

Dez ou mais opniões sobre as finadas Olimpiadas:

EUA e China fizeram um duelo a parte. Alias tem sido assim sempre. Dois países disputam a liderança e, bem atrás, três ou quatro, o terceiro lugar. O resto vai para participar e, com sorte, buscar as medalhas que sobrarem.

O mesmo vale para as modalidades. Dois atletas de altíssimo nível disputam o ouro e o resto, bem atrás, com sorte, pula no pódio do bronze. Claro, toda regra tem excessão, num ou noutro esporte a coisa é mais disputada. Mas normalmente o favorito leva.

Os favoritos brasileiros, que vinham de medalhas de ouro em competições de alto nível, Diego Hipólito e os rapazes do Judô, João Derly e Luciano Corrêa, e abriram espaço para alguém da turma do bronze subir.

É uma bobagem o sujeito que perdeu pedir desculpas. Mesmo sendo empregados, ao menos parte dos atletas, por empresas públicas, não precisam pedir desculpas a ninguém. O caso de Diego Hipólito é o mais emblemático. Trata-se do atleta brasileiro de mais alto nível na competição. Ele foi para a China reconhecidamente como um favorito. Não se pode dizer que o sujeito ficou de fanfarronice. Não participou da festa de abertura, não foi visto na gandaia da Vila Olimpica, parecia concentrado e determinado como poucos. Caiu feio. Não deve haver punição pior que essa.

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.