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	<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 20:54:38 +0000</pubDate>
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		<title>Nova Cultura Contemporânea</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 17:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
®NOVA Cultura Contemporânea, é um novo tipo de evento criativo, aberto ao público, que acontecerá no MIS, Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, Brasil, durante 8 semanas, entre julho e Agosto de 2010. ®NOVA vai apresentar  o trabalho em colaborativo e e processos de criação em progresso, por artistas selecionados de todo o mundo, com artes gráficas, música e audiovisuais ao vivo; performances, mostras de vídeo, mesas redondas, workshops e muitos desdobramentos imprevisíveis.
Diversão e Arte de primeira. Visite o website de ® NOVA com o line-up de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="400" height="225" data="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9936949&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9936949&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /></object></p>
<p>®NOVA Cultura Contemporânea, é um novo tipo de evento criativo, aberto ao público, que acontecerá no MIS, Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, Brasil, durante 8 semanas, entre julho e Agosto de 2010. ®NOVA vai apresentar  o trabalho em colaborativo e e processos de criação <em>em progresso</em>, por artistas selecionados de todo o mundo, com artes gráficas, música e audiovisuais ao vivo; performances, mostras de vídeo, mesas redondas, workshops e muitos desdobramentos imprevisíveis.</p>
<p>Diversão e Arte de primeira. Visite o website de <a href="http://www.rojo-magazine.com/nova/" target="_blank">® NOVA</a> com o line-up de artistas completo e programa detalhado a ser lançado em maio de 2010.<br />
Até lá siga todas as atualizações via <a href="http://www.facebook.com/rojonova" target="_blank">Facebook</a> e <a href="http://twitter.com/ROJOnova" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p><a href="http://vimeo.com/9936949">ROJO®NOVA by Robert Seidel (second act)</a> from <a href="http://vimeo.com/rojo">ROJO®</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>O versionista</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 15:25:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No início do mês o site ProPublica surgiu no panorama da imprensa internacional, após sua repórter Sheri Fink ter levado o  Pulitzer e, depois o National Magazine Award, pela excelente matéria investigava sobre as difíceis &#8220;escolhas de Sófia&#8221; de médicos durante a tragédia do Katrina, entitulada &#8220;The Deadly Choices at Memorial&#8221;.
A premiação trouxe à tona o modelo de negócios do ProPublica que enriquece, mas não encerra, as discussões sobre o futuro dos jornais e, por consequência, das empresas de comunicação na era da internet. Numa ponta, ao oferecer seu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início do mês o site ProPublica surgiu no panorama da imprensa internacional, após sua repórter Sheri Fink ter levado o <a href="http://www.pulitzer.org/awards/2010" target="_blank"> Pulitzer</a> e, depois o National Magazine Award, pela excelente matéria investigava sobre as difíceis &#8220;escolhas de Sófia&#8221; de médicos durante a tragédia do Katrina, entitulada &#8220;<a href="http://www.propublica.org/feature/the-deadly-choices-at-memorial-826" target="_blank">The Deadly Choices at Memorial&#8221;</a>.</p>
<p>A premiação trouxe à tona o modelo de negócios do ProPublica que enriquece, mas não encerra, as discussões sobre o futuro dos jornais e, por consequência, das empresas de comunicação na era da internet. Numa ponta, ao oferecer seu conteúdo gratuitamente para ser reproduzido inclusive pelos grandes jornais, a iniciativa do ProPublica permite uma solução para redução dos altos custos do jornalismo investigativo. No caso dessa reportagem, a New York Times Magazine foi premiada, por tê-la publicado.</p>
<p>Na outra ponta, escancara a porta do conteúdo gratuíto de qualidade, indicando uma concorrência forte para os grandes portais da imprensa tradicional.</p>
<p>Esse é o tema do momento dentro das redações e no andar de quem paga a conta. Mas o ProPublica levou também um outro prêmio, o Knight-Batten Award for Innovations in Journalism, por conta de uma ferramenta ainda pouco conhecida que dá uma dimensão ainda maior ao projeto do ProPublica.</p>
<p>Chamado de <a href="http://www.propublica.org/feature/changetracker" target="_blank"> ChangeTracker</a> o &#8220;<em>widget</em> vigilante e onipresente&#8221;, trata-se um aplicativo que permite comparar alterações de texto em sites do governo americano, incluíndo a Casa Branca. Ele roda sobre um outro aplicativo, o <a href="http://versionista.com/">Versionista</a>, que é o motor que faz o monitoramento.</p>
<p>Particularmente interessante para captar mudanças em endereços governamentais e da administração pública, entre outros serviços é possível ver uma comparação lado a lado de textos alterados. Óbvio, também serve para monitorar concorrentes e pequenas mudanças em conteúdos que podem gerar, nos dizeres do próprio site, &#8220;vantagens táticas&#8221;.</p>
<p>Na realidade, qualquer pessoa pode criar um <a href="http://www.propublica.org/ion/changetracker/item/changetracker-howto">tracker</a> para seguir qualquer website. Jornalistas setoristas agradecem. Seus adversários políticos também.</p>
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		<title>ROJO® apresenta Yusk Imai na Galeria 600</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 15:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
ROJO® apresenta Yusk Imai na Galeria 600

A ROJO® apresenta a exposição “Born Into This“ do talentoso Yusk Imai, jovem artista paulistano que traz em seu estilo as raízes do grafite, mas que transcende paredes, lonas, ruas e galerias ao abandonar as noções pré-concebidas que flagelam a arte popular, conduzindo um movimento de inovação da arte brasileira. As obras de Yusk Imai permanecerão em exposição até o dia 08 de maio de 2010.

Serviço
Inauguração Yusk Imai na ROJO®artspace São Paulo.
Data e hora: dia 06 de abril, a partir das 19h.
Local: Rua Maranhão 600, Higienópolis, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rojo-saopaulo.com/"><img class="alignleft size-full wp-image-1245" title="ROJO®artspace" src="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2010/03/600.png" alt="ROJO®artspace" width="362" height="243" /></a></p>
<p><em><strong>ROJO® apresenta Yusk Imai na Galeria 600<br />
</strong></em></p>
<p><em><strong><span style="font-style: normal; font-weight: normal;">A ROJO® apresenta a exposição “Born Into This“ do talentoso Yusk Imai, jovem artista paulistano que traz em seu estilo as raízes do grafite, mas que transcende paredes, lonas, ruas e galerias ao abandonar as noções pré-concebidas que flagelam a arte popular, conduzindo um movimento de inovação da arte brasileira. As obras de Yusk Imai permanecerão em exposição até o dia 08 de maio de 2010.</span></strong></em></p>
<p><span id="more-1244"></span></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1247" title="yusk1" src="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2010/03/yusk1.png" alt="yusk1" width="304" height="463" />Serviço</strong></p>
<p>Inauguração Yusk Imai na ROJO®artspace São Paulo.<br />
Data e hora: dia 06 de abril, a partir das 19h.<br />
Local: Rua Maranhão 600, Higienópolis, São Paulo<br />
Mais informações: pelo telefone (11) 3512 3909<br />
e-mail saopaulo@rojo-artspace.com<br />
site http://www.rojo-saopaulo.com/</p>
<p><strong>Exposição Yusk Imai “Born Into This”<br />
<span style="font-weight: normal;">Data: de 06 de abril a 08 de maio 2010<br />
Onde: ROJO®artspace Sao Paulo<br />
Local: Rua Maranhão 600, Higienópolis, São PauloHorários: Segunda a Sexta, das 11h às 19h. Sábados, das 11h às 18h.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Mais informações: pelo telefone (11) 3512 3909<br />
e-mail saopaulo@rojo-artspace.com<br />
site http://www.rojo-saopaulo.com/</span></strong></p>
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		<title>Vício Frenético</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 03:36:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[cinema]]></category>

		<category><![CDATA[eua]]></category>
<category>cinema</category>
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		<description><![CDATA[
Difícil um diretor europeu passar incólume por Los Angeles. Nem o velho e bom Werner Herzog conseguiu. Em sua primeira incursão ficcional hollywodiana apoiada num elenco de estrelas, o diretor de clássicos como Nosferatu (1979) e FItzcarraldo (1982)  acabou por fazer um bom filme&#8230; americano.
Vicio Frenético(2009) é, diga-se,  uma refilmagem do homônimo The Bad Lieutenant (1992) de Abel Ferrara.
A primeira versão tem Harvey Keitel no papel do tenente viciado e sua busca desenfreada por drogas, na proporção em que sua vida vai se dismilinguindo.
Herzog trocou Nova York por Nova Orleans, e Harvey ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1180 alignleft" title="Image" src="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cage2.jpg" alt="Cage, observado pelo fantasma de Kinski" width="300" height="275" /></p>
<p>Difícil um diretor europeu passar incólume por Los Angeles. Nem o velho e bom Werner Herzog conseguiu. Em sua primeira incursão ficcional hollywodiana apoiada num elenco de estrelas, o diretor de clássicos como Nosferatu (1979) e FItzcarraldo (1982)  acabou por fazer um bom filme&#8230; americano.</p>
<p>Vicio Frenético(2009) é, diga-se,  uma refilmagem do homônimo The Bad Lieutenant (1992) de Abel Ferrara.</p>
<p>A primeira versão tem Harvey Keitel no papel do tenente viciado e sua busca desenfreada por drogas, na proporção em que sua vida vai se dismilinguindo.</p>
<p>Herzog trocou Nova York por Nova Orleans, e Harvey Keitel por Nicholas Cage. Mais do que isso, Herzog trocou Klaus Kinski por Nicholas Cage. Ambos - os três-, são canastrões como se deve ser no cinema.</p>
<p><span id="more-1170"></span>Kinski é um esquadro do canastrão alemão e Cage, do americano da Costa Oeste. E ele vai bem no papel de umrecém promovido tenente, que após um acidente durante as inundações do furacão Katrina, ganha uma medalha de herói e as costas viciadas em analgésico.</p>
<p>O irônico - e o brilho do filme - está nas referências diretas e indiretas boiando ao redor da trama.</p>
<p>Dos gangsters, cujos corpos e trejeitos já foram recontados inúmeras vezes em película, aos delírios do tenente, lembrando o próprio Cage nas vestes de Sailor Ripley, o protagonista de Coração Selvagem (1990) de David Linch, à iconografia particular dessa região pantanosa da Lousianna, seus sobrenomes e casarões franceses, jacarés atropelados e iguanas alucinantes, tudo remete a um tipo particular de cinema da América profunda onde, de perto, ninguém é normal.</p>
<p>Em tempo: Wim Wenders também deu seus escorregões pelos morros da cidade dos sonhos. O melhor deles talvez seja O Fim da Violência (1997), com Bill Pullmann. Ao contrário de Paris, Texas (1984), que tem a filha de Klaus Kinski, Natassja no elenco, Wenders rompe com o distancimento deslumbrado com as paisagens e vazios da alma americana e é absorvido pelos dilemas da cultura da violência, e dos filmes americanos, é claro.</p>
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		<item>
		<title>São Paulo, Metrópole das Utopias</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[brasil]]></category>

		<category><![CDATA[história]]></category>

		<category><![CDATA[memoria]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[sao paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamento do livro São Paulo: Metrópole das Utopias. Entre os artigos a magnânima peça: "Operários, Artistas e Intelectuais no palco da metrópole (1900 - 1930)" de Álvaro Andreucci, que aborda o teatro operário do início do século em São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Lançamento em São Paulo!</strong>: estre os artigos a magnânima peça: &#8220;Operários, Artistas e Intelectuais no palco da metrópole (1900 - 1930)&#8221; de Álvaro Andreucci, que aborda o teatro operário do início do século em São Paulo</p></blockquote>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1225" title="sp-utopias" src="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sp-utopias.jpg" alt="sp-utopias" width="580" height="387" /></p>
<div id="crp_related"> </div>]]></content:encoded>
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		<title>Ainda o PNDH3</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 21:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>

		<category><![CDATA[eleições]]></category>

		<category><![CDATA[lula]]></category>

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		<description><![CDATA[Afora os blogueiros petistas, cujo foco dos artigos é (sempre) o ataque a Imprensa como instituição e aos articulistas pessoalmente, a defesa mais firme do Programa veio de José Gregori,  coordenador das duas primeiras versões e de Paulo Sergio Pinheiro, um estudioso e militante do tema. E foi só.
Ninguém do governo fez um defesa franca, aberta e responsável do PNDH3, como seria desejável.
Não se viu DIlma Rousseff dando uma entrevista coletiva, não se leu um artigo contundente de Paulo de Tarso Vanucchi (essse poderia ter usado uma cadeia de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afora os blogueiros petistas, cujo foco dos artigos é (sempre) o ataque a Imprensa como instituição e aos articulistas pessoalmente, a defesa mais firme do Programa veio de José Gregori,  coordenador das duas primeiras versões e de Paulo Sergio Pinheiro, um estudioso e militante do tema. E foi só.</p>
<p>Ninguém do governo fez um defesa franca, aberta e responsável do PNDH3, como seria desejável.</p>
<p>Não se viu DIlma Rousseff dando uma entrevista coletiva, não se leu um artigo contundente de Paulo de Tarso Vanucchi (essse poderia ter usado uma cadeia de televisão se quisesse), não se ouviu a Ideli Salvati bradando no Senado.</p>
<p>E não houve o prazer de uma boa metáfora futebolística do presidente Lula a esse respeito. Ficaram todos com cara de peidei, mas não fui eu.</p>
<p>Gregori no breve  <a href="http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1441214-17665,00.html" target="_blank">debate do programa de Wiillian Waack</a>, com toda a sua isenção e espírito público, atribuiu os desvios proto-autoritários da terceira versão do programa, a &#8220;exageros de redação&#8221; ou ao  &#8220;entusiasmo conferencista&#8221; do autores do texto final.</p>
<p>Uma maneira elegante e talvez irônica de, com toda a venia merecida, se portar como um pai defendendo o filho enveredado na deliquência.  O ex-secretário dos Direitos Humanos de FHC deve ter consciência da total falta de discernimento e senso crítico dessa versão do PNDH.</p>
<p>Um atentado, na realidade, contra a própria idéia de um Programa de Nacional de Direitos Humanos. Ao distorcer os objetivos do plano e introduzir dissimuladamente uma agenda ideológica no cenário político do país, o governo colocou em risco o bem mais caro para de uma política pública que veio sendo construída desde 2002, para a qual adesão da conjunto da sociedade é mandatória.</p>
<p>A verdadeira visão governista do PNDH3 foi explicitada em outro   <a href="http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1445164-17671,00.html" target="_blank">debate televisivo</a>. O advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, entregou os pontos ao admitir que se trata sim de uma visão ideológica para a Política de DH. Segundo ele, minorias excluídas ou pobres devem ter MAIS Direitos Humanos do que &#8220;ricos&#8221;.</p>
<p>Naturalmente, a linha divisória entre essas categorias de Direitos Humanos será demarcada pelas tais &#8220;comissões&#8221;, via de regra, aparelhadas pelo petismo e agregados. O digníssimo chega a afirmar no debate, que &#8220;infelizmente&#8221; o programa não é auto-aplicável e teria que passar pelo congresso. Altamente elucidativo.</p>
<p><strong>O joio e o trigo<br />
</strong><br />
De novo, é preciso separar cada parte do programa para entender o estrago que foi feito.</p>
<p>Uma coisa é o direito a verdade. Não há dúvida que o país deve ter acesso amplo, geral e irrestrito aos documentos e fatos da ditadura de 64, assim como da ditadura de Vargas. Parentes de vítimas tem o direito saber do paradeiro dos seus mortos. Esse conhecimento é público e urgente. O programa deveria ser conclusivo quanto a isso.</p>
<p>A questão da punição e abertura de processos contra torturadores é bem mais complexa. Em artigo publicado por <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=572CID012" target="_blank">Luiz Claudio Cunha, no Observatório da Imprensa</a> expõem números da repressão bem mais expressivos do que os 340 mortos e desaparecidos. Tortura e terrorismo são crimes contra humanidade e imprescritíveis, é a mais alta gravidade entre os crimes. Não se poderia nunca tratar essa matéria de maneira tão leviana. A ação do governo foi de uma irresponsabilidade inacreditável, ao dilui-lo em meio a tantas propostas controversas e &#8220;transversalidades&#8221; retóricas. Difícil não desconfiar da má-intenção.</p>
<p><strong>Calendário eleitoral</strong></p>
<p>Ricardo Kotscho, amigo e ex-homem de imprensa do presidente Lula, <a href="http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2010/01/10/militares-igreja-e-imprensa-contra-projeto-de-direitos-humanos/" target="_blank">em artigo publicado em seu blog</a>, também demonstrou sua incompreensão sobre o adequação do PNDH3, sobretudo no início de um ano eleitoral. Seguramente bem informado, ou pautado, sobre o assunto defendeu no mesmo espaço a tese de que o texto foi para a gráfica antes de ser revisado, e dali para o Diário Oficial foi um pulo. Não deixa de ser uma versão do &#8220;eu não sabia&#8221; lulista.</p>
<p>A impressão que se tem, dentro da lógica eleitorial do petismo, é mais uma tentativa de se criar um factóide, no afã de colcar mais lenha na sonhada &#8220;eleição plebiscitária&#8221; e cindir artificialmente a sociedade brasileira entre os &#8220;a favor e contra os Direitos Humanos&#8221;, numa perspecitiva rasa como o espelho d&#8217;agua do Palácio do Planalto.</p>
<p>E, claro, que se danem os Direitos Humanos.</p>
<p><strong>Democracia Direta</strong></p>
<p>O problema principal da versão petista do PNDH é a tentativa de se introduzir uma leitura muito particular de Democracia Direta, não como ampliação dos canais de participação popular em decisões administrativas, mas sim travestida de um assembleísmo barato e no plebiscitismo, cujo objetivo é referendar vontades do partido, nessa caso, supostamente, em nome dos Direitos Humanos.</p>
<p>É tudo o que uma concepção mais elevada da Democracia Direta não deve ser.</p>
<p><strong>Democracia Liberal x Bolivarianismo</strong></p>
<p>Sob um aspecto esse Plano surge em boa hora.</p>
<p>O Brasil corre o risco - intencional - de passar o próximo período eleitoral discutindo estatísticas desencontradas, comparando banana com laranja, mistificando governos e  interditando o debate político via estigmatização dos atores.</p>
<p>E, talvez sem querer, o PNDH3 petista finalmente tenha trazido luz a uma divisão ideológica que ainda vige no país.</p>
<p>Trata-se de uma oportunidade para se enfrentar um debate inadiável. Como se diz, em política existe lado. Afinal, o Brasil e o conjunto da sociedade brasileira preferem seguir o caminho imperfeito da democracia liberal capitalista, traçado na Constituinte de 1988, ou romper com esse modelo e sair em busca de um &#8220;outro mundo possível&#8221; cujas bases esse plano propõe.</p>
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		<title>®out Urban Stage SP</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 01:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ROJO®Out Urban Stage São Paulo, artistas selecionados criaram projetos de "arquitetura de cor" específicos para cada um dos maciços de concreto, ao longo da avenida JK.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_942" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2009/10/eltono-sp-jk3.jpg"><img class="size-full wp-image-942" title="eltono-sp-jk3" src="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2009/10/eltono-sp-jk3.jpg" alt="photo: Eltono" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">photo: Eltono</p></div>
<div id="result_box" dir="ltr">ROJO®Out Urban Stage São Paulo é uma evolução natural da <a href="http://www.rojo-magazine.com/out/" target="_blank">Mostra Internacional de Arte Urbana de Barcelona</a>. Artistas selecionados criaram projetos de &#8220;arquitetura de cor&#8221; específicos para cada um dos maciços de concreto, ao longo da avenida JK, na cidade de São Paulo.</div>
<div dir="ltr">Estas peças permanecerão como parte da paisagem graças a <a href="http://www.smart.com.br" target="_blank"><strong>smart</strong></a>.</div>
<div dir="ltr"><strong>artistas: </strong>MWM, Tony de Marco, Eltono, Ovni, Nuria Mora, Superblast, Tofer</div>
<div id="result_box" dir="ltr">
<p>Veja mais <a href="http://www.zagg.com.br/smart/smart.html" target="_blank">imagens aqui.</a></div>
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		<title>Defi:::Magic Posion:::08.10.09</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ROJO]]></category>

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		<description><![CDATA[
Defi Magic Posion
08.10.2009 - 14.11.2009
Abertura: quinta feira 8 de Outubro das 20.00h às 22.30h
Uma linha cada vez mais simples, mas cheia de expressão, leva-nos calmamente às novas fantasias de Defi. Magic Posion está aí para espalhar cores e necessidades. Aturdir-nos com quase nada. Congelar os momentos à nossa frente. Animais, objetos, sensações que precisam desesperadamente sair e tomar a rua, estão agora trancafiados. São mutantes em busca de sua própria matéria, de um lugar confortável para serem vorazes e alimentar-se das reações do espectador. A inspiração é tão simples e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2009/10/defi_sp_expo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-952" title="defi_sp_expo" src="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2009/10/defi_sp_expo-272x300.jpg" alt="" width="272" height="300" /></a></p>
<p><strong>Defi</strong> Magic Posion<br />
08.10.2009 - 14.11.2009<br />
Abertura: quinta feira 8 de Outubro das 20.00h às 22.30h</p>
<p>Uma linha cada vez mais simples, mas cheia de expressão, leva-nos calmamente às novas fantasias de Defi. Magic Posion está aí para espalhar cores e necessidades. Aturdir-nos com quase nada. Congelar os momentos à nossa frente. Animais, objetos, sensações que precisam desesperadamente sair e tomar a rua, estão agora trancafiados. São mutantes em busca de sua própria matéria, de um lugar confortável para serem vorazes e alimentar-se das reações do espectador. A inspiração é tão simples e tão real quanto a fome. I can&#8217;t get no satisfaction. Defi será o último show da série de 2 anos em colaboração com o POP!</p>
<p><strong>ROJO®artspace Sao Paulo</strong><br />
POP. Rua Virgilio de Carvalho Pinto 297<br />
Pinheiros, 05415-030 Sao Paulo. Brazil<br />
www.rojo-saopaulo.com</p>
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		<title>Sonham as galinhas em ser humanas</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 01:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ROJO]]></category>

		<category><![CDATA[artspace]]></category>

		<category><![CDATA[barcelona]]></category>

		<category><![CDATA[streetart]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em 2008, o artista espanhol Sixeart alcançou fama internacional depois da participação na exposição &#8220;Street Art Tate Modern&#8221;, em Londres, juntamente com os brasileiros OsGêmeos e Nunca, o francês JR, o norte-americano Faile e o italiano  Blu. Hoje suas obras são apresentadas na Espanha ao lado de mestres como Miró, Chillida e Tàpies.
Nessa primeira exposição no Brasil, o artistas mostra 13 peças em papel produzidas exclusivamente para serem exibidas por aqui.
Artista multidimensional, manifesta por meio de seu estilo naive em obras supercoloridas, suas experiências numa cidade melancólica, uma preocupação ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sixeart.jpg"><img class="size-medium wp-image-937 alignleft" style="margin: 10px;" title="sixeart" src="http://www.zagg.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sixeart-300x298.jpg" alt="" width="300" height="298" /></a></p>
<p>Em 2008, o artista espanhol Sixeart alcançou fama internacional depois da participação na exposição &#8220;Street Art Tate Modern&#8221;, em Londres, juntamente com os brasileiros OsGêmeos e Nunca, o francês JR, o norte-americano Faile e o italiano  Blu. Hoje suas obras são apresentadas na Espanha ao lado de mestres como Miró, Chillida e Tàpies.</p>
<p>Nessa primeira exposição no Brasil, o artistas mostra 13 peças em papel produzidas exclusivamente para serem exibidas por aqui.</p>
<p>Artista multidimensional, manifesta por meio de seu estilo <em>naive</em> em obras supercoloridas, suas experiências numa cidade melancólica, uma preocupação com o desenvolvimento e suas consequências, a manipulação genética, o romantismo sobre um mundo que foi deixado para trás, as imagens perdidas na passagem do tempo &#8230;</p>
<p>Influenciado pela paisagem urbana de Barcelona, a cultura popular, os pintores espanhóis que ele admira desde a infância, o artista catalão Sixeart iniciou sua trajetória artística no mundo do graffiti no fim dos anos 80. É hoje considerado um veterano nas ruas de seu país e, mesmo sem nunca ter deixado a streetart de lado, já tem uma carreira sólida buscando novas técnicas com as quais possa expressar o seu mundo e sua arte.</p>
<p>Crianças e animais são temas recorrentes em seus trabalhos. Seu estilo é reconhecível, seja pela tradição espanhola que o inspira ou pelas diferentes surpresas que suas obras trazem. Sixeart é plástico e original, de fato e de direito, graças a ele próprio: &#8220;Eu sou autodidata, nunca fiz um curso de coisa alguma. Comecei a pintar graffitis e logo veio todo o resto&#8221;. Não foi um processo difícil. Sixeart tem suficiente imaginação e inspiração.</p>
<p>&#8220;Às vezes você vejo algo que me inspira e trabalho para moldá-lo num papel. Outras vezes limito-me a trabalhar duro e é lá onde as ideias aparecem. Depende do momento, da situação, do processo e, claro, do humor &#8220;.</p>
<p>Como todo colorista, Sixeart assume riscos. &#8220;Meus desenhos são um pouco ácidos e muita gente vê coisas que não vejo neles. Eu acredito que eles são fáceis de compreensão e alguém que as tenha visto uma vez sempre saberão reconhecê-las&#8221;.</p>
<p>Seu trabalho está intimamente vinculado às noites de Barcelona e a vida nas ruas. E Sixeart soube unir as necessidades da profissionalização com a experiência da rua, colaborando em projetos de moda e design de interiores,  lojas, agências publicitárias e marcas internacionais.</p>
<p>&#8220;Eu gostaria de continuar fazendo o que faço, de continuar a pintar quadros, ir e fazer exposições, vender meus desenhos &#8230; eu quero seguir em frente com esse trabalho, que é natural em mim. É algo que faz emocionalmente, sentimentalmente e economicamente parte da minha vida &#8220;.</p>
<p>www.sixeart.net<br />
www.rojo-magazine.com/sp</p>
<p><strong>®artspace Sao Paulo</strong><br />
POP. Rua Virgilio de Carvalho Pinto 297, Pinheiros. 05415-030 Sao Paulo. Brazil<br />
Aberto: Segunda a Sexta das 13h00 às 20h00. Sábado das 11h00 às 18h00</p>
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		<title>A mosca do conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 19:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zagg</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>

		<category><![CDATA[jornais]]></category>

		<category><![CDATA[midia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dois principais diários paulistanos disputam na TV quem tem a campanha publicitária mais constrangedora. Sinal dos tempos. Está, literalmente, cada vez mais difícil vender jornal. Não faz muito o Estadão fazia graça com a &#8220;cara de conteúdo&#8221; e, bem antes, a Folha ganhava prêmios com o clássico reclame do Hitler.
As duas campanhas hoje no ar, no final, são para recuperar antigos leitores. Os novos, esses não existirão. Os grandes jornais não aproveitaram a ascenção da classe baixa ao consumo pós-real e pré-sal. É o ex-leitor, então, o convidado a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois principais diários paulistanos disputam na TV quem tem a campanha publicitária mais constrangedora. Sinal dos tempos. Está, literalmente, cada vez mais difícil vender jornal. Não faz muito o Estadão fazia graça com a &#8220;cara de conteúdo&#8221; e, bem antes, a Folha ganhava prêmios com o clássico reclame do Hitler.</p>
<p>As duas campanhas hoje no ar, no final, são para recuperar antigos leitores. Os novos, esses não existirão. Os grandes jornais não aproveitaram a ascenção da classe baixa ao consumo pós-real e pré-sal. É o ex-leitor, então, o convidado a um raciocínio torto. O que se vê, em boa medida, é a alardeada falta de rumo dos jornais impressos.</p>
<p><strong>O valor do conhecimento</strong><br />
A velha e boa assinatura, supostamente garantia da ligação de credibilidade e hábito do jornal com seus leitores, é a motivação da campanha do Estadão.  Sem entrar no mérito do truque barato da promoção - compre cinco e leve seis - travestido de opção consciente, o mote dos anúncios, portentoso como se pretende o anunciante, divaga sobre o &#8220;valor do conhecimento&#8221;.</p>
<p>Vá lá. No mundo onde a informação flui gratuitamente e assinar jornais passa a ser <em>cousa</em> de outrora, a pergunta em si é pertinente. Informação não é conhecimento como reverberava o grande <a href="http://quotationsbook.com/quote/46311/" target="_blanck">Frank Zappa</a>. Tampouco são os jornais. Qualquer que seja o resultado prático da campanha, não é sustentável porque repete um dos erros que levaram a queda de vendas dos jornais. O maior dos equivocos é a compreensão errada de um problema. Tentar um truque velho - a promoção do primeiro mês grátis - com uma roupagem, digamos, de seriedade, chega a ser tosco. O leitor XXI, cheio de opções, é menos afeito a ser levado no bico.</p>
<p><strong>Toca Raul</strong><br />
A Folha coloca na boca de seus principais articulistas uma velha canção de Raul. Eu sou a mosca que pousou na sua sopa. Quer significar que o jornal incomoda, talvez pela independência, talvez os poderosos. Talvez. Anúncio não vem com bula. Se é essa a intenção, a força negativa da mensagem, a imagem de uma mosca circulando, talvez, fezes e pousando na sua sopa, confunde e constrange o <em>leitor amigo</em>. De certo modo, a Folha está reafirmando a inutilidade de uma assinatura de jornal, diretamente proporcional a irritação que seus articulistas repetitivos causa nos leitores.</p>
<p>Raul era divertido e polemista. Queria zunir seu rock baiano no ouvido, sei lá, da ditadura, branda para alguns. A Folha que zunir na cabeça de quem?</p>
<p><strong>Moscas unidas jamais serão vencidas</strong><br />
Uma recente pesquisa - não me recordo onde a vi - apontou uma tendência entre leitores de blogues e fóruns de notícia, a procurar informações dentro de um mesmo perfil ideológico. Se num primeiro momento a profusão de visões oferecidas na rede, onde há de tudo para todos, sugeria uma balanceamento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viés" target="_blank"><em>bias</em></a>, o conforto prometido pela ausência de conflito de opiniões parece prevalecer. Será esse um comportamento demasiado humano? Ou demasiado mosca.</p>
<p><a></a></p>
<p><a></a></p>
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